Ao longo de quinze anos, Jeff Chandler cintilou no firmamento de Hollywood com um talento discreto, mas incisivo na caracterização de personagens, para o qual contribuía o seu tipo físico bem definido e controlado. Sem ter logrado fixar-se entre as estrelas primordiais, cotou-se - no entanto - entre os astros a cuja órbita segura correspondeu, progressivamente, uma notória reputação. Chandler foi, sobretudo, dirigido por realizadores competentes, nos vários géneros que explorou, tendo atingido a sua maior popularidade em filmes de aventuras. Nasceu Ira Grossel em Brooklyn (Nova Iorque), a 15 de Dezembro de 1918, no seio duma família de origens judias. Após uma adolescência obscura, durante a qual se terá forjado uma criatividade artística com distintas potencialidades, iniciou-se em palco sob o nome artístico de Michel Shayne. Em 1941, formou uma pequena mas dinâmica companhia teatral, em Elgin (Ilinóis). Durante a II Guerra Mundial, serviu no Exército dos Estados Unidos (1942-1945).
No princípio dos anos ’50, Chandler fundou a empresa Earlmar Productions, com o seu agente Meyer Mishkin. Em 1954, assinou um contrato com a companhia discográfica Decca-Columbia; no ano seguinte, escreveu as músicas de A Ponte do Destino (Six Bridges To Cross, 1955, Joseph Pevney). Em 1957, desenvolveu esta vertente que muito apreciava, iniciando uma carreira de cantor
A morte de Jeff poderia ter sido evitada!
Bio-Win: a Vitória da Vida
A palavra bio tem uma origem lógica.Trata-se apenas de um nome comum grego, designado para vida, bios. A palavra win, outro termo, este derivado do inglês, que, entre outros, significa vitória. Estes dois termos, no nosso caso, alude vitória da vida. Isto é um legado que o Universo nos deu, e, como tal, devemos preservar. Isto já faz muito tempo que o homem percebeu. A partir desse momento, então, nasceu o médico que deve preservar a saúde do ser humano.
Se me permitem uma respeitosa sugestão, os profissionais médicos, os clínicos e cirurgiões muito se beneficiariam se dessem mais atenção ao pai-fundador de sua profissão, Hipócrates, que baseou seu saber na astrologia. Cada médico, ao receber seu diploma em qualquer que seja a especialidade, antes de assumir o autoritário papel de nos ditar ordens sobre nossos corpos – certamente, um precioso bem de posse privativa – faz o juramento de Hipócrates. Assim sendo, seria demais pedir que a sabedoria do conselho deste pai-fundador fosse respeitada e seguida na prática da medicina?
Consideremos algo dessa sabedoria de Hipócrates. Ele, assim, anotava em seus diários: "Aquele que pratica a medicina diária sem o benefício do movimento das estrelas e planetas é um tolo". Hipócrates ainda afirmava, e registrou firmemente este aviso: "Não toque com ferro aquela parte do corpo regida pelo signo em que a Lua estiver transitando". Aqui, Hipócrates dizia que não se deve efetuar uma cirurgia com uma faca (ferro) na parte do corpo do paciente que esteja regida ou associada com o signo astrológico através do qual a Lua esteja passando no momento. A desobediência a esta lei resultará, inevitavelmente, em uma das três complicações de qualquer intervenção cirúrgica feita no período errado:
1 – Complicação, incluindo-se infecção.
2 – Cura e recuperação lenta e dolorosa.
3 – Morte.
O último dos três resultados possíveis de desobediência à lei escuda-se na tão comum e conhecida explicação médica: "A operação foi um sucesso, mas o paciente faleceu".
Os resultados das duas primeiras complicações são muitíssimo mais freqüentes, sendo raro o resultado da terceira. Não obstante, a observância do aviso de Hipócrates é, claramente, a decisão mais sábia. Aqui vale recordar a operação a que foi submetida a famosa cantora Clara Nunes, que foi perfeita, porém, ela acabou morrendo. Isto não teria acontecido se os médicos tivessem usado o conhecimento do pai da medicina. Vejamos alguns exemplos:
Quando a Lua está em Touro, regendo o pescoço, não deve ser efetuada uma amigdalecectomia. Quando a Lua está passando através de Escorpião, regente dos órgãos reprodutores, uma cirurgia de próstata ou uma histerectomia (remoção das trompas, ovários ou útero) estariam fora de questão. Com a Lua transitando em Capricórnio ou Áries, o primeiro regendo os dentes e ossos, o último regendo a cabeça em geral, não deveria ser efetuada nenhuma cirurgia dentária ou qualquer outra relacionada aos ossos ou a alguma parte da cabeça, e assim por diante.
A famosa astróloga Linda Goodman sempre afirmou: "Nunca aceito o conselho de alguém sem antes investigar sua validade ou conferido por grandes conhecedores da astrologia que sejam reconhecidamente capacitados, e isso inclui o conselho astrológico de Hipócrates, tampouco descreio desse conselho, enquanto não o checar em um grau satisfatório". Do meu lado, também investiguei o aviso de Hipócrates no tocante a esta particular lei e descobri que, em todas as vezes, era válido. Darei aqui apenas alguns exemplos:
No início da minha exposição falei de Clara Nunes, que morreu após ter operado as varizes, cujo regente Aquário estava passando pelas veias varicosas. Jeff Chandler, astro do cinema dos anos 50, foi hospitalizado para uma cirurgia na espinha, devido a um deslocamento de disco. Tratava-se de um procedimento cirúrgico relativamente simples, requerendo apenas alguns dias de internação. Ele morreu na mesa de operações de causas ignoradas. Nesse dia, a Lua transitava pelo signo de Leão, regente do coração, das costas e da coluna.
Bertha Todd, primeira mulher do produtor de Volta ao mundo em 80 dias, Michael Todd, que mais tarde casou com Elizabeth Taylor, cortou o dedo em um vidro quebrado. No dia seguinte, resolveu ir ao pronto-socorro de um hospital de Los Angeles, onde o interno de plantão fecharia o corte com algumas suturas, algo inteiramente corriqueiro. A caminho do hospital, Bertha e seu advogado pararam para tomar um café em um drugstore em Beverly Hills. Quando chegaram ao pronto-socorro, Bertha receou que as suturas pudessem ser dolorosas, de modo que solicitou um anestésico. Deram-lhe dois, mas não fizeram efeito. O terceiro aliviou-a de todas as dores, mas ela morreu em poucos minutos. Nesse dia a Lua transitava pelo signo de Gêmeos, regente dos ombros, mão e dedos. Com Bertha Todd e Jeff Chandler, "as operações foram um sucesso, mas o paciente morreu".
A comunidade médica admite abertamente que pelo menos 5% das mortes em hospitais são classificadas como inexplicáveis. Poderia o conselho astrológico de Hipócrates explicá-las? Sim, é claro, mas para isso precisariam de tempo e de conhecimento nesta matéria. A lógica, neste caso, é deixar isso nas mãos de um conhecedor do assunto: este é o nosso propósito, podemos ajudar na elaboração desta ciência.
Ora, se é fato reconhecido que a Lua tem o poder de movimentar todas as grandes massas líquidas dos oceanos da Terra, e sendo um fato igualmente reconhecido que mais de 85% do corpo humano consistem de líquido, a Lua controla seu corpo e emoções a um nível que a maioria das pessoas nem imagina. A cirurgia interrompe os ainda não suficientemente conhecidos fluxos de maré do organismo pelo processo anti-natural de abrir o corpo e permitir a entrada de ar. Em resultado, aquelas partes do corpo regidas pelo signo astrológico em que a Lua estiver transitando no momento são especialmente sensíveis e vulneráveis. Isto explicaria o conselho de Hipócrates com clareza suficiente.
A medicina sempre tratou a enfermidade que o paciente apresenta. A astrologia médica, a homeopatia e a acupuntura tratam o paciente que apresenta a enfermidade – aí temos uma vasta e vital diferença. Seu mapa natal individual (natividade ou horóscopo) indica, no momento de seu primeiro alento de vida nesta Terra, os elos fracos nas reações em cadeia de seu corpo. Daí porque a astrologia médica ser mais preocupada com o diagnóstico e prevenção da doença do que com o tratamento.
Baseado no exposto acima, oferecemos aos senhores médicos nossos serviços baseados em estudos astrológicos, os quais permitem determinar as datas precisas para determinadas intervenções cirúrgicas. Nosso trabalho pode ser efetuado individualmente com o paciente ou em parceria com seus médicos.
Fonte: Jornal Madhava
A palavra bio tem uma origem lógica.Trata-se apenas de um nome comum grego, designado para vida, bios. A palavra win, outro termo, este derivado do inglês, que, entre outros, significa vitória. Estes dois termos, no nosso caso, alude vitória da vida. Isto é um legado que o Universo nos deu, e, como tal, devemos preservar. Isto já faz muito tempo que o homem percebeu. A partir desse momento, então, nasceu o médico que deve preservar a saúde do ser humano.
Se me permitem uma respeitosa sugestão, os profissionais médicos, os clínicos e cirurgiões muito se beneficiariam se dessem mais atenção ao pai-fundador de sua profissão, Hipócrates, que baseou seu saber na astrologia. Cada médico, ao receber seu diploma em qualquer que seja a especialidade, antes de assumir o autoritário papel de nos ditar ordens sobre nossos corpos – certamente, um precioso bem de posse privativa – faz o juramento de Hipócrates. Assim sendo, seria demais pedir que a sabedoria do conselho deste pai-fundador fosse respeitada e seguida na prática da medicina?
Consideremos algo dessa sabedoria de Hipócrates. Ele, assim, anotava em seus diários: "Aquele que pratica a medicina diária sem o benefício do movimento das estrelas e planetas é um tolo". Hipócrates ainda afirmava, e registrou firmemente este aviso: "Não toque com ferro aquela parte do corpo regida pelo signo em que a Lua estiver transitando". Aqui, Hipócrates dizia que não se deve efetuar uma cirurgia com uma faca (ferro) na parte do corpo do paciente que esteja regida ou associada com o signo astrológico através do qual a Lua esteja passando no momento. A desobediência a esta lei resultará, inevitavelmente, em uma das três complicações de qualquer intervenção cirúrgica feita no período errado:
1 – Complicação, incluindo-se infecção.
2 – Cura e recuperação lenta e dolorosa.
3 – Morte.
O último dos três resultados possíveis de desobediência à lei escuda-se na tão comum e conhecida explicação médica: "A operação foi um sucesso, mas o paciente faleceu".
Os resultados das duas primeiras complicações são muitíssimo mais freqüentes, sendo raro o resultado da terceira. Não obstante, a observância do aviso de Hipócrates é, claramente, a decisão mais sábia. Aqui vale recordar a operação a que foi submetida a famosa cantora Clara Nunes, que foi perfeita, porém, ela acabou morrendo. Isto não teria acontecido se os médicos tivessem usado o conhecimento do pai da medicina. Vejamos alguns exemplos:
Quando a Lua está em Touro, regendo o pescoço, não deve ser efetuada uma amigdalecectomia. Quando a Lua está passando através de Escorpião, regente dos órgãos reprodutores, uma cirurgia de próstata ou uma histerectomia (remoção das trompas, ovários ou útero) estariam fora de questão. Com a Lua transitando em Capricórnio ou Áries, o primeiro regendo os dentes e ossos, o último regendo a cabeça em geral, não deveria ser efetuada nenhuma cirurgia dentária ou qualquer outra relacionada aos ossos ou a alguma parte da cabeça, e assim por diante.
A famosa astróloga Linda Goodman sempre afirmou: "Nunca aceito o conselho de alguém sem antes investigar sua validade ou conferido por grandes conhecedores da astrologia que sejam reconhecidamente capacitados, e isso inclui o conselho astrológico de Hipócrates, tampouco descreio desse conselho, enquanto não o checar em um grau satisfatório". Do meu lado, também investiguei o aviso de Hipócrates no tocante a esta particular lei e descobri que, em todas as vezes, era válido. Darei aqui apenas alguns exemplos:
No início da minha exposição falei de Clara Nunes, que morreu após ter operado as varizes, cujo regente Aquário estava passando pelas veias varicosas. Jeff Chandler, astro do cinema dos anos 50, foi hospitalizado para uma cirurgia na espinha, devido a um deslocamento de disco. Tratava-se de um procedimento cirúrgico relativamente simples, requerendo apenas alguns dias de internação. Ele morreu na mesa de operações de causas ignoradas. Nesse dia, a Lua transitava pelo signo de Leão, regente do coração, das costas e da coluna.
Bertha Todd, primeira mulher do produtor de Volta ao mundo em 80 dias, Michael Todd, que mais tarde casou com Elizabeth Taylor, cortou o dedo em um vidro quebrado. No dia seguinte, resolveu ir ao pronto-socorro de um hospital de Los Angeles, onde o interno de plantão fecharia o corte com algumas suturas, algo inteiramente corriqueiro. A caminho do hospital, Bertha e seu advogado pararam para tomar um café em um drugstore em Beverly Hills. Quando chegaram ao pronto-socorro, Bertha receou que as suturas pudessem ser dolorosas, de modo que solicitou um anestésico. Deram-lhe dois, mas não fizeram efeito. O terceiro aliviou-a de todas as dores, mas ela morreu em poucos minutos. Nesse dia a Lua transitava pelo signo de Gêmeos, regente dos ombros, mão e dedos. Com Bertha Todd e Jeff Chandler, "as operações foram um sucesso, mas o paciente morreu".
A comunidade médica admite abertamente que pelo menos 5% das mortes em hospitais são classificadas como inexplicáveis. Poderia o conselho astrológico de Hipócrates explicá-las? Sim, é claro, mas para isso precisariam de tempo e de conhecimento nesta matéria. A lógica, neste caso, é deixar isso nas mãos de um conhecedor do assunto: este é o nosso propósito, podemos ajudar na elaboração desta ciência.
Ora, se é fato reconhecido que a Lua tem o poder de movimentar todas as grandes massas líquidas dos oceanos da Terra, e sendo um fato igualmente reconhecido que mais de 85% do corpo humano consistem de líquido, a Lua controla seu corpo e emoções a um nível que a maioria das pessoas nem imagina. A cirurgia interrompe os ainda não suficientemente conhecidos fluxos de maré do organismo pelo processo anti-natural de abrir o corpo e permitir a entrada de ar. Em resultado, aquelas partes do corpo regidas pelo signo astrológico em que a Lua estiver transitando no momento são especialmente sensíveis e vulneráveis. Isto explicaria o conselho de Hipócrates com clareza suficiente.
A medicina sempre tratou a enfermidade que o paciente apresenta. A astrologia médica, a homeopatia e a acupuntura tratam o paciente que apresenta a enfermidade – aí temos uma vasta e vital diferença. Seu mapa natal individual (natividade ou horóscopo) indica, no momento de seu primeiro alento de vida nesta Terra, os elos fracos nas reações em cadeia de seu corpo. Daí porque a astrologia médica ser mais preocupada com o diagnóstico e prevenção da doença do que com o tratamento.
Baseado no exposto acima, oferecemos aos senhores médicos nossos serviços baseados em estudos astrológicos, os quais permitem determinar as datas precisas para determinadas intervenções cirúrgicas. Nosso trabalho pode ser efetuado individualmente com o paciente ou em parceria com seus médicos.
Fonte: Jornal Madhava
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
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The tragic end to Jeff Chandler’s life had a very real, tangible impact on the lives of ordinary people. Beyond the courtroom, Chandler’s death left a void in Hollywood. He was at the peak of his career. A surefire box-office draw and a beloved figure. His final film, “ Merrills Marauders “ was released posthumously to great success. It’s a story of a hero’s endurance made all the more poignant by the real life tragedy of its star.
ResponderExcluirToday, Jeff Chandler’s name is not as immediately recognisable as that of John Wayne or James Stewart. His fame was intensely of his time, tied to the specific culture mood of the 1950’s but his story remains profoundly significant. He is a powerful symbol of a particular brand of masculinity that the culture both celebrated and in some ways demanded. His career demonstrated the power of the studio system to create an icon, to build a myth from the ground up. But his ultimate significance lies in the tragic unraveling of that myth. The story of Jeff Chandler is a haunting reminder of the human cost of fame and the often unbearable pressure of living behind a mask, the intense interest in his private life by the gossip columnists and the fact that his private life was so at odds with his public image forces us to reconsider what we think we know about our heroes. He wasn’t just the one-dimensional strong man from his films. He was a deeply complex, conflicted, and ultimately fragile human being. His death, so senseless and agonising, serves as a final, brutal confirmation of that fragility. He remains a ghost in the Hollywood machine, a cautionary tale
about an icon who was tragically, devastatingly human.
In the end, what is the story of Jeff Chandler really about?
Is it the triumphant of a boy from Brooklyn who became a King of Hollywood? Or is it the tragic story of a man imprisoned by an image who died a needless and agonising death? The truth of course is that it is both.
His life was a study in duality, a constant negotiation between the man he was and the man the world wanted him to be.
He was IRA GROSSEL, the artistic, sensitive soul who loved to write and dreamed of the stage. He was JEFF CHANDLER, the silver- haired bronze giant who embodied a rugged, unshakable masculinity.
JEFF was a lonely, unhappy man because he was too honest and too sentimental, too hard -thinking and too romantic.
He was also the gentle, courteous professional beloved by crews and the lonely man who kept the world at arms length.
His legacy is not just in his films which stand as artifacts of a bygone era. His true legacy is in the question he forces us to ask. It’s a story about identity, the one we are born with and the one we create. It’s a story about the often crushing weight of public expectations and the private battles no one ever sees. His life illustrates the beautiful and often painful complexity of being human. We are all more than the single role we play in our public lives. The final heartbreaking irony is that JEFF CHANDLER, the movie star died in a way that was anything but cinematic. There was no heroism, no meaning, only a slow painful surrender to a preventable failure.
It was a stark reminder that beneath the makeup, the studio lights, and the constructed myth, there is always a fragile body and a vulnerable heart. The story of JEFF CHANDLER isn’t just about the death of a movie star. It’s a profound and timeless lesson on the fragility of life itself and the quiet, desperate humanity that often hides just behind the heroic mask