Ao longo de quinze anos, Jeff Chandler cintilou no firmamento de Hollywood com um talento discreto, mas incisivo na caracterização de personagens, para o qual contribuía o seu tipo físico bem definido e controlado. Sem ter logrado fixar-se entre as estrelas primordiais, cotou-se - no entanto - entre os astros a cuja órbita segura correspondeu, progressivamente, uma notória reputação. Chandler foi, sobretudo, dirigido por realizadores competentes, nos vários géneros que explorou, tendo atingido a sua maior popularidade em filmes de aventuras. Nasceu Ira Grossel em Brooklyn (Nova Iorque), a 15 de Dezembro de 1918, no seio duma família de origens judias. Após uma adolescência obscura, durante a qual se terá forjado uma criatividade artística com distintas potencialidades, iniciou-se em palco sob o nome artístico de Michel Shayne. Em 1941, formou uma pequena mas dinâmica companhia teatral, em Elgin (Ilinóis). Durante a II Guerra Mundial, serviu no Exército dos Estados Unidos (1942-1945).
Em 1945, Chandler fixou-se em Hollywood, começando por trabalhar na rádio, especialmente em folhetins dramáticos. Em 1946, casou com Marjorie Hoshele, de quem se divorciou treze anos depois. Em 1947, lançou-se no cinema, assinando um contrato de dez anos com a Universal Pictures. O cabelo grosso, aos caracóis, e prematuramente platinado, a par com um excelente porte atlético, tornaram-no muito peculiar, atraindo desde logo o público feminino, embora se tenha consagrado em filmes de acção - reconstituindo as proezas bélicas, a partir das forças americanas; e em confrontações viris, recortadas pela paisagem do Oeste. Três anos depois, Chandler lograva um estatuto de protagonista - interpretando o papel de Cochise, em Broken Arrow (1950, Delmer Daves); este desempenho valeu-lhe uma nomeação ao Oscar, e voltou a representá-lo em The Battle at Apache Pass (1952, George Sherman) e Taza, Son of Cochise (1954, Douglas Sirk); mais tarde, a personagem do chefe apache, que Chandler extraiu à história, remitificando-a para a galeria de composições clássicas de Hollywood e do western, expandiu-se em série televisiva.


No princípio dos anos ’50, Chandler fundou a empresa Earlmar Productions, com o seu agente Meyer Mishkin. Em 1954, assinou um contrato com a companhia discográfica Decca-Columbia; no ano seguinte, escreveu as músicas de A Ponte do Destino (Six Bridges To Cross, 1955, Joseph Pevney). Em 1957, desenvolveu esta vertente que muito apreciava, iniciando uma carreira de cantor em Las Vegas. Em 1960, além de intérprete, foi produtor executivo de The Plunderers (J. Pevney), assim encerrando as suas proezas no Oeste. Faleceu em Culver City (Califórnia) a 17 de Junho de 1961, de um ataque cardíaco, após envenenamento sanguíneo durante uma operação cirúrgica; pouco antes, interviera em Bravos Até ao Fim (Merrill’s Marauders, 1961, Samuel Fuller), assumindo uma personagem que sofre a mesma morte.

A morte de Jeff poderia ter sido evitada!

Bio-Win: a Vitória da Vida
A palavra bio tem uma origem lógica.Trata-se apenas de um nome comum grego, designado para vida, bios. A palavra win, outro termo, este derivado do inglês, que, entre outros, significa vitória. Estes dois termos, no nosso caso, alude vitória da vida. Isto é um legado que o Universo nos deu, e, como tal, devemos preservar. Isto já faz muito tempo que o homem percebeu. A partir desse momento, então, nasceu o médico que deve preservar a saúde do ser humano.
Se me permitem uma respeitosa sugestão, os profissionais médicos, os clínicos e cirurgiões muito se beneficiariam se dessem mais atenção ao pai-fundador de sua profissão, Hipócrates, que baseou seu saber na astrologia. Cada médico, ao receber seu diploma em qualquer que seja a especialidade, antes de assumir o autoritário papel de nos ditar ordens sobre nossos corpos – certamente, um precioso bem de posse privativa – faz o juramento de Hipócrates. Assim sendo, seria demais pedir que a sabedoria do conselho deste pai-fundador fosse respeitada e seguida na prática da medicina?
Consideremos algo dessa sabedoria de Hipócrates. Ele, assim, anotava em seus diários: "Aquele que pratica a medicina diária sem o benefício do movimento das estrelas e planetas é um tolo". Hipócrates ainda afirmava, e registrou firmemente este aviso: "Não toque com ferro aquela parte do corpo regida pelo signo em que a Lua estiver transitando". Aqui, Hipócrates dizia que não se deve efetuar uma cirurgia com uma faca (ferro) na parte do corpo do paciente que esteja regida ou associada com o signo astrológico através do qual a Lua esteja passando no momento. A desobediência a esta lei resultará, inevitavelmente, em uma das três complicações de qualquer intervenção cirúrgica feita no período errado:
1 – Complicação, incluindo-se infecção.
2 – Cura e recuperação lenta e dolorosa.
3 – Morte.


O último dos três resultados possíveis de desobediência à lei escuda-se na tão comum e conhecida explicação médica: "A operação foi um sucesso, mas o paciente faleceu".
Os resultados das duas primeiras complicações são muitíssimo mais freqüentes, sendo raro o resultado da terceira. Não obstante, a observância do aviso de Hipócrates é, claramente, a decisão mais sábia. Aqui vale recordar a operação a que foi submetida a famosa cantora Clara Nunes, que foi perfeita, porém, ela acabou morrendo. Isto não teria acontecido se os médicos tivessem usado o conhecimento do pai da medicina. Vejamos alguns exemplos:
Quando a Lua está em Touro, regendo o pescoço, não deve ser efetuada uma amigdalecectomia. Quando a Lua está passando através de Escorpião, regente dos órgãos reprodutores, uma cirurgia de próstata ou uma histerectomia (remoção das trompas, ovários ou útero) estariam fora de questão. Com a Lua transitando em Capricórnio ou Áries, o primeiro regendo os dentes e ossos, o último regendo a cabeça em geral, não deveria ser efetuada nenhuma cirurgia dentária ou qualquer outra relacionada aos ossos ou a alguma parte da cabeça, e assim por diante.
A famosa astróloga Linda Goodman sempre afirmou: "Nunca aceito o conselho de alguém sem antes investigar sua validade ou conferido por grandes conhecedores da astrologia que sejam reconhecidamente capacitados, e isso inclui o conselho astrológico de Hipócrates, tampouco descreio desse conselho, enquanto não o checar em um grau satisfatório". Do meu lado, também investiguei o aviso de Hipócrates no tocante a esta particular lei e descobri que, em todas as vezes, era válido. Darei aqui apenas alguns exemplos:


No início da minha exposição falei de Clara Nunes, que morreu após ter operado as varizes, cujo regente Aquário estava passando pelas veias varicosas. Jeff Chandler, astro do cinema dos anos 50, foi hospitalizado para uma cirurgia na espinha, devido a um deslocamento de disco. Tratava-se de um procedimento cirúrgico relativamente simples, requerendo apenas alguns dias de internação. Ele morreu na mesa de operações de causas ignoradas. Nesse dia, a Lua transitava pelo signo de Leão, regente do coração, das costas e da coluna.
Bertha Todd, primeira mulher do produtor de Volta ao mundo em 80 dias, Michael Todd, que mais tarde casou com Elizabeth Taylor, cortou o dedo em um vidro quebrado. No dia seguinte, resolveu ir ao pronto-socorro de um hospital de Los Angeles, onde o interno de plantão fecharia o corte com algumas suturas, algo inteiramente corriqueiro. A caminho do hospital, Bertha e seu advogado pararam para tomar um café em um drugstore em Beverly Hills. Quando chegaram ao pronto-socorro, Bertha receou que as suturas pudessem ser dolorosas, de modo que solicitou um anestésico. Deram-lhe dois, mas não fizeram efeito. O terceiro aliviou-a de todas as dores, mas ela morreu em poucos minutos. Nesse dia a Lua transitava pelo signo de Gêmeos, regente dos ombros, mão e dedos. Com Bertha Todd e Jeff Chandler, "as operações foram um sucesso, mas o paciente morreu".


A comunidade médica admite abertamente que pelo menos 5% das mortes em hospitais são classificadas como inexplicáveis. Poderia o conselho astrológico de Hipócrates explicá-las? Sim, é claro, mas para isso precisariam de tempo e de conhecimento nesta matéria. A lógica, neste caso, é deixar isso nas mãos de um conhecedor do assunto: este é o nosso propósito, podemos ajudar na elaboração desta ciência.
Ora, se é fato reconhecido que a Lua tem o poder de movimentar todas as grandes massas líquidas dos oceanos da Terra, e sendo um fato igualmente reconhecido que mais de 85% do corpo humano consistem de líquido, a Lua controla seu corpo e emoções a um nível que a maioria das pessoas nem imagina. A cirurgia interrompe os ainda não suficientemente conhecidos fluxos de maré do organismo pelo processo anti-natural de abrir o corpo e permitir a entrada de ar. Em resultado, aquelas partes do corpo regidas pelo signo astrológico em que a Lua estiver transitando no momento são especialmente sensíveis e vulneráveis. Isto explicaria o conselho de Hipócrates com clareza suficiente.
A medicina sempre tratou a enfermidade que o paciente apresenta. A astrologia médica, a homeopatia e a acupuntura tratam o paciente que apresenta a enfermidade – aí temos uma vasta e vital diferença. Seu mapa natal individual (natividade ou horóscopo) indica, no momento de seu primeiro alento de vida nesta Terra, os elos fracos nas reações em cadeia de seu corpo. Daí porque a astrologia médica ser mais preocupada com o diagnóstico e prevenção da doença do que com o tratamento.
Baseado no exposto acima, oferecemos aos senhores médicos nossos serviços baseados em estudos astrológicos, os quais permitem determinar as datas precisas para determinadas intervenções cirúrgicas. Nosso trabalho pode ser efetuado individualmente com o paciente ou em parceria com seus médicos.
Fonte: Jornal Madhava

quinta-feira, 28 de julho de 2016

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